Pular para o conteúdo principal

Esclarecimento sobre o envio de informações da vacinação ao RNDS

INFORME TÉCNICO
ENVIO DE INFORMAÇÕES DA VACINAÇÃO COVID AO RNDS


A Inovadora Sistemas, desde sempre é movida pela certeza de ofertar a seus clientes soluções robustas, confiáveis e tecnologicamente adequadas aos cenários nacionais.

Diante da sabida importância da campanha nacional de vacinação contra COVID, procuramos manter nossas soluções sempre adequadas aos mais recentes manuais de interoperabilidade disponibilizados pelo DATASUS.

Ocorre que, em 20 de outubro de 2021, foi publicado no site oficial do RNDS, atualização do manual de integração “REGISTRO DE IMUNOBIOLÓGICO ADMINISTRADO EM CAMPANHA RIA-C COVID-19”, que é o responsável por fornecer orientações técnicas sobre como os sistemas próprios dos municípios farão o envio das informações locais à base federal para a versão 1.4 do manual, a íntegra pode ser obtida em:

https://mobileapps.saude.gov.br/portal-servicos/files/f3bd659c8c8ae3ee966e575fde27eb58/5b9aefc99b39dcc12f6e30f0cf5553c1_5pejuvkh7.pdf

Prontamente, nossa equipe técnica captou e mapeou os ajustes necessários para adequação de nosso sistema e, na versão do nosso sistema disponibilizada aos clientes no mês de dezembro, a alteração do layout de envio em conformidade com o manual de integração foi disponibilizada a todos os nossos clientes e parceiros. 

Após esta atualização, recebemos informação de nossos clientes que o envio das vacinas ao RNDS estaria com algum tipo de problema e de imediato, iniciamos as investigações.

Identificamos que todas as vacinas registradas no G-MUS e transmitidas pelos nossos clientes ao RNDS foram de fato entregues à base nacional (conforme explicitado no manual, a cada envio de vacina recebe um identificador atribuído pela RNDS. 

“(...)Quando o registro é enviado com sucesso (header de resposta 201) à RNDS, no header location é gerada uma URL que é o identificador do registro na RNDS(...)” 

Manual de integração, item 3.3 (pág. 6)

Isto posto, em todos os testes pontuais que conseguimos fazer, observamos que praticamente de imediato, as vacinas enviadas pelo G-MUS apresentam-se como aplicadas no ConecteSUS, o que corrobora a garantia que temos de que o registro que enviamos de fato chegou a esfera federal.

Em contrapartida, observamos que departamentos estaduais responsáveis pelo acompanhamento das coberturas vacinais, passaram a informar aos nossos clientes que a cobertura vacinal dos mesmos na COVID encontra-se extremamente baixa ou ainda, nula. 

A primeira medida adotada pela empresa, ao receber este relato, foi de revisar minuciosamente todas as rotinas envolvidas na integração, chegando à conclusão que realmente não haviam falhas em relação à execução do que está descrito no manual.

Um segundo teste que fizemos, em ambiente de homologação do RNDS, foi o de enviar alguns registros na versão desatualizada do manual e, observamos que os mesmos foram apresentados no SI-PNI (ambiente de homologação).

A partir daí, removemos qualquer sombra que pudesse pairar sobre nossa solução e iniciamos a investigação de um eventual problema na esfera federal do RNDS. Assim sendo, como não temos acesso direto ao Ministério da Saúde, solicitamos a alguns de nossos clientes que em seu quadro possuem profissionais de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) extremamente qualificados, que tentassem obter informações junto ao Ministério da Saúde alguma orientação.

Iniciou-se neste momento uma incansável busca por um retorno que não estivesse moldado em uma resposta padrão sem sentido prático.

Até este momento, não temos orientação do Ministério da Saúde, Datasus ou qualquer outro Órgão federal sobre o que deve ser feito com os registros aplicados e enviados. 

Inicialmente, consideramos enviar novamente todas as informações na versão desatualizada do manual mas chegamos a conclusão que isso também poderia duplicar as informações dos pacientes no ConecteSUS, além de, quando houver um eventual ajuste no defeito existente na rotina de integração entre o RNDS e o SIPNI, uma duplicação no SIPNI.

Neste momento, através da DIVE/SC (diretoria da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina), conseguimos na quinta-feira, 24 de fevereiro, uma reunião online, com os municípios do Estado de Santa Catarina e um representante do Datasus, Sr. Alessandro Silva. Neste encontro, explicitou-se toda situação e, obteve-se o compromisso por parte deste representante de fornecer no menor prazo possível alguma orientação para que os municípios possam ter suas informações corrigidas nas esferas estadual e federal.

Aguardamos o retorno, porém até a presente data não recebemos nenhuma informação do representante do Datasus a respeito da situação ocorrida.

Assim sendo, reiteramos nosso compromisso em garantir que todas as informações confiadas a nossas soluções estejam extremamente adequadas às normas de integração definidas pelas esferas Municipal, Estadual e Federal.

Seguiremos monitorando as informações disponíveis e, com a preciosa colaboração de nossos clientes e parceiros, buscando formas de mitigar este problema que não se origina em nossas soluções mas, de forma direta afeta nossos clientes.

Sem mais.

Equipe de Suporte
suporte@inovadora.com.br
(49) 3527-4600


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Palhoça informatiza sistema de saúde com o G-MUS

Na busca de agilizar o atendimento e diminuir a burocracia em toda a Rede Municipal de Saúde, a Prefeitura Municipal de Palhoça / SC está informatizando todo o sistema com o software G-MUS da Inovadora. O posto Cambirela foi o primeiro a ser informatizado 100% e o projeto vai se estender para todas as unidades de Saúde de Palhoça.  O projeto de informatização vai unificar o cadastro dos cidadãos palhocenses, em todos os módulos de atendimento garantidos pela Constituição Federal.  O sistema vai armazenar dados, com informações sobre atendimentos e tratamento médico, odontológico, atendimento nas farmácias, registros das vacinas e procedimentos laboratoriais.  “Todas as informações dos pacientes estarão registradas no prontuário que poderá ser acessado pelo nome ou pela impressão digital (biometria) do cidadão”, afirma Camilo. No cadastro informatizado, o sistema ainda vai unificar informações do prontuário que revelam quais os medicamentos que o paciente está usando, inclusi

Conheça o Programa Previne Brasil e o novo modelo de financiamento de custeio da APS

NOTA TÉCNICA 01/2020 Considerando a Portaria nº 2.979/GM/MS, de 12 de novembro de 2019, que institui o Programa Previne Brasil , e estabelece novo modelo de financiamento de custeio da Atenção Primária à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, por meio da alteração da Portaria de Consolidação nº 6/GM/MS, de 28 de setembro de 2017; Considerando a portaria nº 3.222, de 10 de dezembro de 2019, dispõe sobre os indicadores do pagamento por desempenho, no âmbito do Programa Previne Brasil. Art. 6º O conjunto de indicadores do Pagamento por Desempenho a ser observado na atuação das Equipes de Saúde da Família (ESF) e Equipes de Atenção Primária (EAP), para o ano de 2020, abrange as ações estratégicas de Saúde da Mulher, Pré-Natal, Saúde da Criança e Doenças Crônicas (Hipertensão Arterial e Diabetes Melittus). § 1º São indicadores para o ano de 2020: I - proporção de gestantes com pelo menos 6 (seis) consultas pré-natal realizadas, sendo a 1ª até a 20ª semana de gestação; II - proporção

Nova portaria altera indicadores do Previne Brasil

Atenção!  A portaria GM/MS nº102/2022 alterou alguns indicadores do programa Previne Brasil.  Confira os indicadores alterados: proporção de gestantes com pelo menos 6 (seis) consultas pré-natal realizadas, sendo a 1ª (primeira) até a 12ª (décima segunda) semana de gestação;  proporção de gestantes com realização de exames para sífilis e HIV; proporção de gestantes com atendimento odontológico realizado; proporção de mulheres com coleta de citopatológico na APS; proporção de crianças de 1 (um) ano de idade vacinadas na APS contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B, infecções causadas por haemophilus influenzae tipo b e Poliomielite inativada; proporção de pessoas com hipertensão, com consulta e pressão arterial aferida no semestre; e proporção de pessoas com diabetes, com consulta e hemoglobina glicada solicitada no semestre. Outro detalhe importante está disposto no parágrafo 3º do art. 6º da Portaria: § 3º A especificação dos parâmetros, metas e pesos dos indicadores do pagamen